quarta-feira, 2 de maio de 2012

Vem aí o fim das favelas?


Cinco milhões de imóveis poderão ser adquiridos por quem mora em favelas. É exatamente esta a constatação implícita em uma das mais importantes medidas na área da habitação. Trata-se do financiamento de 100% do valor do imóvel com recursos do FGTS.




Os valores de financiamento atendem uma faixa de mercado de pessoas que não dispõem de uma poupança para dar de entrada, que só podem assumir o valor das prestações e que jamais teriam condições de pagar um aluguel e poupar ao mesmo tempo para dispor deste valor. Muitos até têm o saldo no FGTS, porém se assustam em sacar o dinheiro para a compra do imóvel e, depois, ficarem desempregados, não tendo, com isso, condições de continuar pagando, o que resultaria na perda do imóvel e de todo o seu patrimônio, reunido a custa de anos de privações e sacrifícios. Vale lembrar que a alienação fiduciária, tão importante para a queda das taxas de juros, propicia a retomada do imóvel em curto espaço de tempo.



O esplendoroso "boom imobiliário", até então experimentado somente por grandes investidores, bancos, seguradoras, incorporadores, etc, agora poderá ter novos e importantes atores: aqueles que mais precisam, os que, na verdade, compõem a grande massa que resulta no mega déficit imobiliário brasileiro que são as pessoas de baixa renda, muitos dos quais habitantes de favelas e palafitas pelo País. Uma medida sem meias palavras ou que necessite de explicações técnicas rebuscadas: apenas financiar 100% do valor do imóvel nos limites estabelecidos em função do sistema de amortização. Para o pagamento em até 240 meses, o cliente poderá financiar até 100% do valor da propriedade. Em até 300 meses, é possível financiar 90%. E de 301 a 360 meses, o percentual é de 80%.



Fonte: ImovelwebJosé Augusto Viana Neto - Presidente do Creci-SP

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